Redação, Autor em Gazeta da Zona Sul https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/author/redacao/ Alterar depois Mon, 12 May 2025 21:53:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/wp-content/uploads/2020/10/cropped-gazeta-da-zona-sul_favicon-32x32.png Redação, Autor em Gazeta da Zona Sul https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/author/redacao/ 32 32 O medo em cor-de-rosa choque https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/18/o-medo-em-cor-de-rosa-choque/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/18/o-medo-em-cor-de-rosa-choque/#respond Sun, 18 May 2025 07:00:06 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31669 G.H. de 28 anos, passou por uma fase complicada nos últimos dois anos. Adquiriu crises agudas de ansiedade, estresse, burnout e uma depressão que em nada tinha a ver com a sua personalidade alegre, entusiasmada, cheia de planos para o futuro. “Quando entrei na empresa, uma das grandes na área de T.I. em São Paulo, […]

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G.H. de 28 anos, passou por uma fase complicada nos últimos dois anos. Adquiriu crises agudas de ansiedade, estresse, burnout e uma depressão que em nada tinha a ver com a sua personalidade alegre, entusiasmada, cheia de planos para o futuro. “Quando entrei na empresa, uma das grandes na área de T.I. em São Paulo, eu não imaginava que pudesse enfrentar tantos obstáculos com uma pessoa que se tornaria meu chefe e que se apresentava como minha amiga. Obcecado por mim, ele alimentou ilusões que eu nunca encorajei sobre nós dois. Se irritava com frequência quando eu dizia que éramos apenas colegas de trabalho e fora da empresa, amigos. Eu sentia que a minha postura, contudo, o deixava ainda mais obcecado, em vez de entender que a palavra ‘não’, quer dizer ‘não’. E insatisfeito com isso, ele tentava me retaliar dentro da empresa, usando o cargo de chefe. Eu chorava todos os dias, de soluçar, e tremia com medo do que podia acontecer. Sabia que em algum momento, podia acabar na rua, precisando do emprego. As abordagens foram inúmeras a ponto de me deixar desconfortável, mas, como se não bastasse, ele ainda usou o cargo para tentar impor a sua vontade e agendar algum programa comigo, algo que também não ocorreu. Nisso, eu fiquei para trás, recebendo críticas, cobranças e uma pressão ainda maior no trabalho, o que causou o meu afastamento por ‘burnout’. Quando voltei, ainda nervosa após longos meses, soube que ele tinha aceitado um cargo em outra empresa, mas deixou um rastro tão tóxico que ainda hoje custa a minha saúde mental e física. Hoje, procuro ansiosa uma outra oportunidade, com medo de que ele possa retornar para essa empresa”. 

O.P. de 48 anos, recém viúva, viveu uma situação parecida no seu trabalho nos meses de março e abril deste ano. Na área de cuidados estéticos, no hospital em que trabalha, no centro de São Paulo, certo dia recebeu um paciente que também não lhe deu paz: “Ele se apresentou, educadamente, e eu, de forma cortês, comecei a anamnese com ele, no que ele ficou parado, apenas me olhando e me constrangendo, sem responder as perguntas que eu fazia. Eu insistia e ele parecia estar tendo um ‘derrame’, com os olhos arregalados para mim. Quando percebi que algo estava errado e me levantei da cadeira, ele levantou-se e vindo em minha direção, disse que queria sair comigo a qualquer custo, me encurralando. Eu fiquei furiosa, nervosa, com medo, falei um monte de verdades para aquele infeliz e levei imediatamente o caso à direção do Hospital, que prontamente o advertiu. Contudo, aquilo foi só o começo. A dificuldade de entender que ‘não’ é ‘não’, chega a ser absurda. Foi um festival de flores, presentes, chocolates, bilhetinhos, todos os dias esse homem ia ao hospital sem necessidade, porque queria esbarrar comigo. E ficava lá o dia todo, me cercando. Uma vez, tomando café na lanchonete, ele se aproximou, de surpresa. Eu calmamente, segurando o nervoso e o medo, expliquei educadamente a ele que eu nada queria com ele, que ele, por favor, me respeitasse. Ele escutou calmamente e me respondeu: ‘Eu sempre tenho o que quero. Não adianta você tentar me escapar, porque você vai ser minha’. Falando calmamente, um perfeito ‘sociopata’. Eu gelei. Ele saiu e quando fui pagar, tremendo, descobri que ele já havia pago minha conta”.

E não acabou por aí, segundo O.P, que tem uma filha de 25 anos, o homem tentou algo pior: “Naquela semana, eu fui ao estacionamento e quando cheguei no meu carro, havia um outro de luxo, emparelhado. Quando peguei a minha chave na bolsa, ele saiu daquele carro, veio em minha direção tentando segurar meus braços e dizendo para eu entrar no carro dele, que era para obedecê-lo porque ‘agora, eu ia ver quem era ele’. Eu comecei a berrar no estacionamento, consegui me desvencilhar dele, voltei para o hospital, com ele correndo atrás de mim. Minha sorte foi que os seguranças o renderam e de lá fomos todos para a Delegacia, a qual registrei o Boletim de Ocorrência. Ele saiu da DP rindo, dizendo que aquilo só não bastava. Graças a Deus ele desapareceu, por hora, mas até hoje estou com medo do que ele possa tentar novamente”.

O que esses casos têm em comum, além da covardia dos criminosos? É simples: a certeza da impunidade. É o que pensam 76% das mulheres e 67% dos homens ouvidos na pesquisa divulgada pelo Instituto Patrícia Galvão.

“O que impede a condenação dos autores de violência é uma visão retrógrada de todo sistema de segurança pública. E uma parte do sistema de justiça ainda não se conscientizou da gravidade da violência sexual para a sociedade brasileira”, avalia a diretora executiva do Instituto Patrícia Galvão, Jacira Melo. Para ela, não punir a violência sexual significa deixar o Brasil no atraso. 

Não precisa ir muito longe: segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, até o momento, foram registrados 3.862 casos de estupro, sendo que destes, 2.932 são casos com vulneráveis [menores de idade].

Infância destruída
V.A, 50 anos, viveu um trauma terrível na infância e com muito custo, transformou a dor em força interior ao longo da vida: “Eu tinha 7 para 8, 9 anos, quando nós fomos morar no fundo de uma fábrica, que era da minha família, e nesse fundo era um quarto, sala, cozinha, banheiro e nessa época, nós passávamos necessidades. Mesmo com a fábrica, a vida era muito batalhada e recebíamos, às vezes, cestas básicas para nos alimentar. Somos quatro filhos e eu sou a mais nova. Tem um dos meus irmãos, que é totalmente psicopático e não tem limites para nada. Vivíamos sempre com a ilusão de que a vida seria melhor e isso a minha mãe sempre dizia, sempre dizia pra gente. Pra você ter uma ideia, na época, minha mãe comia em pé, porque quando percebia que terminava a comida no prato de um filho e ele ia buscar, ela tirava do prato dela e dava para a gente. Então, era uma época de muita batalha, mas para esse safado desse irmão, não existia isso e não existe até hoje. Ele só olha para o umbigo dele. Então, um determinado momento que a minha mãe e meu pai precisavam sair, eu ficava em casa com o meu terceiro irmão, que nunca fez nada para me defender, e outro irmão safado que é o segundo, e o que ele fazia? Ele trouxe amigos para dentro de casa e me parece que ele cobrou por isso. E aí ele dizia para mim ficar escondida no guarda-roupa, né? ‘Que a gente vai brincar…’ E aí, nesse momento, ele falava: ‘Ah, agora tá na hora de você tirar a calcinha’. E eu tirava, porque sempre fui ingênua, minha mãe não me ensinava nada e também nunca me defendeu. E na hora de tirar a calcinha, ele escurecia o quarto, me punha na cama, apoiava as pernas naquela, naquela parte final da cama e ali, abria as minhas pernas e os amigos ficavam olhando, tocando e vendo a minha genitália.”

Segundo V.A. o irmão abusador e os amigos não realizavam a penetração, mas abusavam como podiam: “Eles faziam comentários, riam, não tentavam mais do que isso, mas não precisava e aquilo tudo me assustava. E quando ele via que eu estava assustada, ele dizia no meu ouvido: ‘eu vou contar para mãe o que você tá fazendo. Você vai ver o quanto você vai apanhar’. Então, ao mesmo tempo que eu via que aquilo era errado, eu não tinha a noção de que eu podia me libertar daquilo, porque a minha mãe criava a gente sempre em cima de um cabresto muito forte, né? E o meu pai dizia: ‘Você é a última a falar e a primeira a calar a boca’. Então, eu ficava coagida neste momento e o outro irmão não fazia nada, nada, nada. E esse irmão que me violentava, dizia que ia bater no outro irmão, se caso ele contasse aquilo para alguém. Bom, isso eu não lembro quantas vezes aconteceu, só sei que foi mais de uma vez, sim, até que eu desenvolvi uma nefrite. Nesse dia da nefrite, eu lembro que eu fiquei toda inchada e minha mãe me mandou para casa de uma tia e eu fiquei morando dois anos com essa tia, em tratamento, porque a nefrite precisa de repouso e eu não podia levantar, tomando duas injeções diárias, né? E sem esforço, sem nada e eu ficava lá, a gente não tinha brinquedo, não tinha nada e aí é outra coisa da vida que eu passei a viver: a exclusão.”

Com o tempo, V.A. conta que a vida melhorou mas até hoje ninguém fala sobre isso e o irmão, impune, continua aprontando: “Depois, quando tive alta, eu fui morar numa outra tia, na Penha, onde eu fiz o primeiro ano na Escola Padre Antão, e aí, foi muito feliz a minha estadia lá, até os primeiros seis meses, porque uma prima ficou com muito ciúmes da atenção que eu recebia lá. Contudo, mesmo com esse ciúmes e algumas atitudes dela, aquilo para mim não importava, porque ali eu tive mais ou menos um ano, um ano e pouco de sossego e alegria. Quando saí do Padre Antão, aos 10 anos, a minha mãe já tinha melhorado um pouco a situação financeira e então já tinha mudado de endereço. Fomos todos para uma casa melhor e a vida, então, progrediu. Só que em momento algum, jamais, foi-se falado ou tocado nesse assunto, em todos estes anos, e eu acredito que a minha mãe sabia e ela protegia muito esse irmão, porque ela dizia que ele era muito parecido em fisionomia com meu pai. Eu me casei, me graduei e até hoje, esse irmão apronta e quer destruir a minha relação com meu marido. É um monstro em carne e osso. Para nossa sorte, meu marido é muito bem relacionado, porque senão, acabaria preso e separado de mim. É ruim falar sobre isso, eu acho que essa é a terceira vez que eu tô comentando, as outras duas foram em terapia, mas é a terceira vez que eu tô comentando para quem sabe, poder ajudar algumas pessoas que vivenciam dor semelhante, a buscarem ajuda. Quem sabe não transformamos toda essa dor em força, como ocorreu comigo?”, concluiu emocionada.

Agressões e beliscões

H.J, de 68 anos, viúva, viveu 20 anos casada, teve um filho mas vivia escondendo as marcas de tapas e beliscões que levava em casa do marido: “Ele tinha momentos em que era homem bom, carinhoso, e noutros virava um bicho. Ele descia beliscão nos meus braços, nas minhas coxas, puxava meu cabelo, descia tapas na minha cabeça, isso caso o café esfriasse um pouco, o almoço atrasasse, eu demorasse mais que o esperado no mercado, a roupa dele ficasse suja, ai de mim se ele me visse na rua conversando com outro amigo ou vizinho. Eu era a antipática da rua, por culpa dele, enquanto ele era o ‘senhor simpatia’ mas ninguém desconfiava do que eu vivia. Eu tinha muito medo”. 

H.J. casou-se com um príncipe que virou um sapo. Segundo ela: “Ele mudou da água pro vinho, no instante em que casamos. Eu passei a ser ‘dona de casa’, era secretária antes disso, fui vendedora, era comunicativa, eu sonhava em fazer faculdade, fui a primeira da escola, sempre. Queria estudar Direito, mas, quando ele soube dos meus planos, a princípio, disse que tudo bem, mas, assim que casou, eu não podia nem pôr o lixo na rua direito. Na cama, o que no começo era paixão, pra mim passou a ser tortura. Era só a satisfação dele que contava, não a minha. Eu virei um objeto. Ele, com a menor irritação, me xingava e se estivesse muito mau humorado, me batia de forma que as marcas ninguém visse. Nem meu filho notava. Foram anos muito ruins, até que meu filho, por conta própria, percebeu muitas coisas erradas, e num dia em que eu desabafei com ele, chorando muito, ele me forçou a ir morar com ele noutra cidade onde estudava. Meu marido me ameaçou que ia me buscar a força, mas nunca foi, e meu filho dizia, que ele nem se atreveria a isso. Ele tinha razão, até que o infeliz teve um infarto fulminante.” 

Por que é tão difícil pedir ajuda?

Segundo a psicóloga e teraputa sexual, Elisa Rodrigues, o medo paralisa a vítima: “As vítimas de personalidade narcisista com psicopatia mobilizadora diversas, são pessoas que se submetem a essas situações por vários motivos, desde situações vividas na infância e que causaram traumas como violência verbal, física ou psicológica, à locais onde necessitam estar como trabalho, família ou casamento. São relações que, por vários motivos, as vítimas não conseguem se libertar. E não conseguem, porque quem as coage, vê essa possibilidade do outro que permite a submissão. E aí a vítima fica sem forças para bater de frente e quando enfrenta ou tenta sair dessas situações, é oprimida por gestos, agressões, ameaças que a paralisa“.

Segundo a psicóloga, a vítima muitas vezes, por já ter sofrido esses traumas na infância, encara a situação como se fosse ‘normal’ permitindo sua recorrência: “Porque é uma sensação habitual, a qual a vítima viveu isso, com a família ou em algum momento da vida, e sendo-lhe familiar, não importa o sofrimento, é algo que ela conhece, então, a vítima acaba ‘caminhando’ pela situação até que como forma de libertação, resolve se afastar do agressor e procurar tratamento psicoterápico ou psiquiátrico, porque a situação pode levar a uma depressão mobilizadora além de somatizações como mal-estar, falta de habilidade para lidar com social, a depressão. Já nessa fase, se traduz a tristeza profunda, né, a força para lutar contra isso existe dentro da pessoa, mas muitas vezes a vítima é tão coagida que a falta de coragem se faz presente e o agressor vendo essa possibilidade, faz com que essas situações sejam mais exacerbadas, porque é nessa hora que ele pode agir”.

Diferença entre narcisismo, psicopatia e sociopatia 

Segundo a psicóloga e terapeuta sexual, Elisa Rodrigues, existem três tipos característicos de indivíduos abusadores e assediadores: narcisistas, psicopatas e sociopatas: “Em resumo, enquanto os três compartilham traços como falta de empatia e manipulação, as diferenças em suas motivações e respostas emocionais os distinguem. Os sociopatas agem impulsivamente, os psicopatas são frios e calculistas, e os narcisistas são movidos por um senso inflado de auto importância e necessidade de admiração.”

Segundo ela: “O psicopata não sente emoção. Para ele, tanto faz, porém, ele tem uma leitura maravilhosa do outro e entra por esses caminhos para conseguir cativar essas pessoas e manipulá-las com a agressão dele. Ele é envolvente de várias formas, então, o psicopata aumenta os elogios, diz que o outro é tão importante na vida dele que sem ele não se vive. E nessas situações, a parte coagida, se sente presa ao indivíduo, até que se rebele. Aí, surgem as brigas, as agressões e como o psicopata não tem sentimentos, para ele trancafiá-la e deixá-la com fome, tanto faz, como tanto fez. Por isso, o jeito que o psicopata encontra é deixar sempre a vítima com medo”. 

A psicóloga continua: “Por sua vez, os sociopatas agem por impulsividade e falta de controle. Podem ser impulsivos, irresponsáveis, desconsiderar as normas sociais e serem agressivos, ao contrário dos psicopatas que desejam ter a imagem de “boa pessoa”. Podem ter mudanças bruscas de humor, não possuem remorso e nenhuma empatia pelo outro. Se um agrada para ter, o outro, toma e pouco se importa em agradar”.

“Os narcisistas são um dos mais comuns, eles buscam a atenção e admiração dos outros, podem ser manipuladores, mas também podem ser emocionalmente reativos e vulneráveis à crítica. Eles podem ter empatia limitada, mas se preocupam mais com a sua própria imagem e necessidades. Podem sentir remorso, mas só se as suas ações prejudicarem a sua autoimagem. São emocionalmente reativos, especialmente à crítica, e buscam validação para proteger sua autoimagem”, explica a dra. Elisa.

Procure ajuda

A Delegada de plantão na 52ª Delegacia da Mulher, localizada no Tatuapé, dra. Rosangela, em conversa com este repórter, afirma: “É preciso que as mulheres reajam e denunciem. A denúncia é importante. Se ligarem para o 190, a viatura mais próxima vai ao local e prende na hora o indivíduo. E se houver agressão, vai pela Maria da Penha. É importante porque o criminoso só age na certeza da impunidade. Eles usam o medo da vítima como escudo. E quando outras mulheres percebem quem é o denunciado, ganham coragem para também registrarem suas queixas, o que aumenta as chances de condenação. Uma outra atitude importante, é dar prosseguimento ao caso, solicitando uma medida protetiva. Com isso, o B.O. ganha força, pois o caso se torna um processo na Justiça e a vítima ganha muito mais chances de segurança e proteção contra o indivíduo”, concluiu.  

A Dra. Elisa também aponta alguns caminhos: “Nessas horas, as vítimas precisam do apoio de alguns amigos, familiares, e claro, ajuda psicológica, psiquiátrica, porque é preciso se afastar do agressor e reforçar sua própria força. E além dessa ajuda, também é preciso auxílio da Lei, procurando uma delegacia, uma força policial, um(a) delegado(a), e ter pensamentos e atitudes positivas. Não se entregar ao medo, promover essa mudança, buscando até mesmo grupos de apoio, igrejas. Mesmo homens que sofrem agressões, também devem buscar ajuda para sair dessa situação. Ninguém pode sofrer sendo manipulado pelo outro. Isso não é vida. O início da cura, é quando a pessoa percebe que não está só, sempre haverá alguém disposto a ajudar, só não se pode perder a fé e desistir de si mesma(o), pois é isso que o agressor tanto deseja”, conclui. 

Se você é vítima de abuso, violência ou assédio sexual, envie seu relato e pedido de ajuda para contato@conexaopaulistana.com.br e redacao@spjornal.com.br com assunto “RECEITA” e no que pudermos te ajudar, nossa redação está à disposição. Conte com a gente, com a nossa discrição e total silêncio quanto à sua identidade. Ninguém vai lhe descobrir, o que queremos é apenas te ajudar a se libertar.

Reportagem: Fernando Aires. Foto: Divulgação.

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Comunicação sobre os serviços das subprefeituras não chega nos bairros https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/16/comunicacao-sobre-os-servicos-das-subprefeituras-nao-chega-nos-bairros/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/16/comunicacao-sobre-os-servicos-das-subprefeituras-nao-chega-nos-bairros/#respond Fri, 16 May 2025 07:00:37 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31666 Como é o trabalho de uma assessoria de imprensa? Um assessor não faz as matérias para as mídias (jornais, revistas, internet, televisão ou rádio), mas ele deixa um ‘‘release’’ – texto jornalístico com os principais dados e fatos do que se precisa divulgar, para que o jornal tenha um “aperitivo’’ do que publicar e possa […]

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Como é o trabalho de uma assessoria de imprensa? Um assessor não faz as matérias para as mídias (jornais, revistas, internet, televisão ou rádio), mas ele deixa um ‘‘release’’ – texto jornalístico com os principais dados e fatos do que se precisa divulgar, para que o jornal tenha um “aperitivo’’ do que publicar e possa preparar a pauta para abordar o assunto de forma mais completa.

Um trabalho que exige preparo, formação jornalística, vontade de aprender e acima de tudo, de mostrar muito bem o cliente ou a entidade a qual representa. É preciso paixão pelo trabalho que exerce, para poder mostrar com todo entusiasmo o que a sociedade precisa saber e deixar que os veículos façam a sua parte. 

No entanto, muitas vezes, o cargo de assessor em uma subprefeitura, por indicações, acaba pertencendo a profissionais que embora imbuídos de boa vontade, deixam brechas que impedem a população de conhecer e entender melhor o que seus gestores estão preparando.

O jornalista e assessor Rafael Pereira guarda boas lembranças do tempo em que atuou como assessor: “Há muitos anos, desenvolvi um trabalho junto a um vereador. Foi um trabalho gratificante, aprendi muito, embora trabalhasse de domingo à domingo. Não era fácil, tinha que acompanhar o vereador em tudo que fosse lugar, tirar fotos, preparar textos, encaminhar para imprensa e até para as Subs, contudo, nem todos os colegas pensam assim. Não se pode ter preguiça de escrever, tem colegas que fazem dois parágrafos e ‘jogavam’ a responsabilidade para os jornalistas, depois ligavam nas redações pedindo o texto. Aí não pode”, afirma.

Ele continua: “Trabalhei um tempo na Assessoria da Vila Prudente e foi um trabalho muito legal, a gente escrevia matérias o tempo todo sobre a região, como ações de zeladoria e trabalhos sociais.É assim: tem que mostrar pra imprensa tudo que está sendo feito, para que eles possam cobrir e mostrar para os seus leitores. E que esses possam trazer mais reclamações e mais problemas, porque só assim a gente estimula a participação local. E só assim, a Subprefeitura faz um trabalho de ponta”.

O assessor conclui: “Por outro lado, conheci um assessor uma vez, acho que da Sub Penha, que era uma ‘lástima’. Quando escrevia, preparava dois parágrafos muito mal redigidos e que por sua vez em nada refletiam o trabalho da sub ou dos vereadores na região. Resultado: a população desacredita no poder público, porque não acompanha o que está sendo feito. E nem todos os políticos são ‘braço-curto’, tem muito vereador e subprefeito que arregaça as mangas e vai pra luta, mas ninguém vê ou sabe, porque a assessoria da sub, por exemplo, é fraca. A gente sabe que as Subprefeituras são administrações que contam com suporte da Câmara, sendo os vereadores muito participativos em seus respectivos bairros e zonas eleitorais, e uma assessoria mal feita, compromete todo um trabalho de gestão que depois não tem continuidade. Quem sofre com isso é a população”.

População desconhece o que a Sub faz
Em teoria, as Subprefeituras deveriam ter muito mais autonomia do que possuem hoje. Seria importante, por exemplo, terem a liberdade administrativa e financeira de resolver os problemas locais, sem a necessidade de consultar a permissão das Secretarias primeiro. 

No entanto, a demora em resolver as demandas locais e, muitas vezes, a falta de informações sobre as melhorias já alcançadas, tornam as administrações regionais ainda mais distantes da população, muito mais do que são e jamais deveriam ser. 

Recentemente, a subprefeita da Penha, Kátia Falcão, por exemplo, participou da zeladoria da Praça Nossa Senhora da Guia, no Jardim Maringá. Postou em sua rede social o trabalho da subprefeitura. E onde estava o assessor de imprensa? Nesta mesma subprefeitura, uma importantíssima reunião para debater a flexibilidade das leis de tombamento e patrimônio histórico da Penha ocorreu em março, para menos de 20 pessoas. A subprefeita estava no local, mas, porque não houve mais divulgação por parte do órgão ao bairro, ninguém soube explicar. 

No Instagram da Subprefeitura Aricanduva, V. Formosa e Carrão, uma dezena de postagens de ações de zeladoria são publicados, mas sem qualquer outra informação a respeito das ações da administração nos bairros. Faltam informações, contatos com a imprensa, convites para reuniões e palestras, para que a população tenha acesso e participe ativamente da política local. 

Em vez disso: “Eu mesma não sei o que acontece aqui no Tatuapé, aliás, os informativos dos bairros são uma ‘pobreza’. Da Penha, então, nem se fala, tem matéria só quando a assessoria do metrô atualiza o jornalista do estágio das obras. A gente não tem informação e conteúdo do bairro, para o bairro, porque os assessores não encaminham e muito jornalista cruza os braços, esperando o ‘peixe pronto’ sem ir pescar. Eu mesma, sempre gostei de política e quero ver o Tatuapé voltar a ser grande como era, mas se eu chegar na Sub, dificilmente vou conseguir qualquer informação, porque além do assessor não estar lá, ainda vão me direcionar para alguma Secretaria. Isso não pode ocorrer, está na hora das Subprefeituras terem autonomia e uma comunicação de ponta com a comunidade e as mídias regionais”, afirma Maria Stella, aposentada, que trabalhou na antiga regional da Mooca nos anos 90.

Será que é tão difícil em um universo amplo como o das subprefeituras, estabelecer pontes entre a administração e a população com conteúdos de qualidade e informações importantes? Não seria este trabalho, um facilitador para que os subprefeitos pudessem exercer seus trabalhos de forma um pouco mais plena e para galgar degraus na política?

Reportagem: Fernando Aires. Foto: Divulgação.

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Falta de sensores de presença em portas de plataforma contribui para morte de passageiro no metrô de São Paulo https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/14/falta-de-sensores-de-presenca-em-portas-de-plataforma-contribui-para-morte-de-passageiro-no-metro-de-sao-paulo/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/14/falta-de-sensores-de-presenca-em-portas-de-plataforma-contribui-para-morte-de-passageiro-no-metro-de-sao-paulo/#respond Wed, 14 May 2025 07:00:12 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31663 No último dia 6 de maio, um homem morreu após ficar preso entre o trem e a porta de plataforma na Estação Campo Limpo da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo, operada pela ViaMobilidade. Segundo a concessionária, o passageiro tentou embarcar no vagão mesmo após os alertas visuais e sonoros indicarem o fechamento das […]

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No último dia 6 de maio, um homem morreu após ficar preso entre o trem e a porta de plataforma na Estação Campo Limpo da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo, operada pela ViaMobilidade. Segundo a concessionária, o passageiro tentou embarcar no vagão mesmo após os alertas visuais e sonoros indicarem o fechamento das portas, ficando preso entre as portas do trem e da plataforma. Após ser prensado, ele foi atingido pela composição e não resistiu aos ferimentos.

As portas de plataforma são estruturas de segurança instaladas na borda das plataformas para evitar quedas e acessos indevidos aos trilhos. Elas funcionam em sincronia com as portas dos trens, abrindo e fechando simultaneamente. Esse sistema é projetado para aumentar a segurança dos passageiros e permitir a operação de trens automáticos.

A ViaMobilidade informou que está colaborando com as autoridades para investigar o ocorrido e reforçou a importância de os passageiros respeitarem os sinais de segurança e não tentarem embarcar após o início do fechamento das portas.

A ausência de sensores de presença nas portas de plataforma da Estação Campo Limpo pode ter sido um fator determinante na morte do passageiro. Enquanto algumas linhas do metrô de São Paulo já utilizam sensores capazes de detectar a presença de pessoas entre as portas, a tecnologia implementada na Linha 5-Lilás detecta apenas obstruções físicas, como objetos que impedem o fechamento completo das portas. Especialistas apontam que a adoção de sensores de presença poderia ter evitado o acidente, interrompendo o fechamento das portas ao detectar a presença do passageiro no vão entre o trem e a plataforma.

A ViaMobilidade afirmou que está avaliando a implementação de sensores de presença nas portas de plataforma da Linha 5-Lilás, visando aumentar a segurança dos usuários e prevenir acidentes semelhantes no futuro. A concessionária também ressaltou que está revisando seus protocolos de segurança e treinamento de funcionários para garantir a eficácia das medidas de proteção existentes.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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Domingão Tarifa Zero chega a 500 dias, 215 milhões de passagens gratuitas e tem aprovação de 97,5% da população https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/12/domingao-tarifa-zero-chega-a-500-dias-215-milhoes-de-passagens-gratuitas-e-tem-aprovacao-de-975-da-populacao/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/12/domingao-tarifa-zero-chega-a-500-dias-215-milhoes-de-passagens-gratuitas-e-tem-aprovacao-de-975-da-populacao/#respond Mon, 12 May 2025 07:00:47 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31660 O Domingão Tarifa Zero da Prefeitura de São Paulo completou 500 dias no último dia 29 com mais de 215 milhões de passageiros transportados gratuitamente na capital desde dezembro de 2023. O levantamento também confirma o caráter inclusivo do programa, apontando que a maioria das viagens é realizada para lazer e tem o Parque do […]

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O Domingão Tarifa Zero da Prefeitura de São Paulo completou 500 dias no último dia 29 com mais de 215 milhões de passageiros transportados gratuitamente na capital desde dezembro de 2023. O levantamento também confirma o caráter inclusivo do programa, apontando que a maioria das viagens é realizada para lazer e tem o Parque do Ibirapuera como principal destino. Uma pesquisa realizada pela SPTrans, que gerencia o sistema de transporte público municipal, aponta aprovação de 97,5% dos passageiros.

Destinos
Segundo o estudo, 70% das viagens aos domingos têm como objetivo o lazer, incluindo passeios em parques, visitas a amigos e familiares, atividades culturais, esportivas e religiosas, reforçando o papel de inclusão social e cultural do Domingão Tarifa Zero, permitindo que a população aproveite as atrações da cidade sem se preocupar com o gasto com o transporte. 

Entre as viagens a lazer, 49% são destinadas a passeios e 20% são para visitar familiares ou amigos. Há ainda 12% que utilizam os ônibus para fazer compras e 10% que vão a compromissos religiosos.

Já os locais mais escolhidos como destino para as viagens aos domingos são os parques da cidade, com 48%. O preferido dos passageiros é o Parque do Ibirapuera, visitado por 57% deles.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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Bolsonaro, o Cavalheiro da Triste Figura https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/11/bolsonaro-o-cavalheiro-da-triste-figura/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/11/bolsonaro-o-cavalheiro-da-triste-figura/#respond Sun, 11 May 2025 07:00:38 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31656 “Bolsonaro e cia se vitimizando porque foi notificado por uma oficial de Justiça na UTI. Por mais inusitado que pareça, o STF fez a coisa certa. Se o ex-presidente, na véspera, participou de uma live com os filhos para vender capacetes (?), e se deu uma entrevista na antevéspera — do leito da UTI — por que […]

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“Bolsonaro e cia se vitimizando porque foi notificado por uma oficial de Justiça na UTI. Por mais inusitado que pareça, o STF fez a coisa certa. Se o ex-presidente, na véspera, participou de uma live com os filhos para vender capacetes (?), e se deu uma entrevista na antevéspera — do leito da UTI — por que não poderia receber uma intimação?

Independentemente de ter, de fato, sofrido uma cirurgia delicada, vai ficando claro que Bolsonaro pretende usar isso para se colocar como vítima e retardar o processo.

É bom lembrar que os prazos já estão apertados para um julgamento este ano — e uma protelação para 2026 pode inviabilizá-lo antes da eleição.

Bolsonaro é uma triste figura pitoresca, que se daria bem em algum circo mambembe. Não parece que está dodói nem que tenha sofrido cirurgia, tal foi a sua possessiva brabeza, no leito do hospital, ao recepcionar a Oficial de Justiça, que exercia o seu trabalho. Sobrou até repreensão aos que estavam presentes na sala do hospital. Com efeito, a sua deselegante incivilizada extrapola os limites.

E vejam só a pachorra do ex-presidente, além de fazer toda aquela encenação para sensibilizar a sua plateia de obscurantistas, Bolsonaro bradou, do leito hospital, que o Brasil precisa muito dele e que por isso os seus adversários querem vê-lo na prisão.

Ora, direi: Bolsonaro perdeu o senso do ridículo. Delira diuturnamente. Lembra o Dom Quixote, o Cavalheiro da Triste Figura, inebriado de fantasia alucinante para enfrentar os moinhos.

O Brasil não precisa de nenhum político ou de ex-politico para nada. O Brasil precisa de um representante de caráter, que respeite a República e o seu povo; que tenha compromisso inarredável com a erradicação da miséria e não engane os desassistidos com promessas irrealizáveis; que se preocupe com as áreas da saúde, educação e segurança pública, assim como o desenvolvimento do país.

Lembrando àqueles esnobes e imodestos, que se consideram úteis e insubstituíveis, que nos cemitérios das cidades jazem putrefatos uma profusão de ex-políticos, apegados ao poder, e que se rotulavam úteis e insubstituíveis.

*Júlio César Cardoso é servidor federal aposentado.

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Prefeitura lança 3ª chamamento público para retrofits no Centro com foco em moradia de baixa renda https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/10/prefeitura-lanca-3a-chamamento-publico-para-retrofits-no-centro-com-foco-em-moradia-de-baixa-renda/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/10/prefeitura-lanca-3a-chamamento-publico-para-retrofits-no-centro-com-foco-em-moradia-de-baixa-renda/#respond Sat, 10 May 2025 07:00:06 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31653 A Prefeitura de São Paulo deu mais um passo para a transformação do Centro da capital e lançou o terceiro chamamento da subvenção econômica, iniciativa que cobre até 25% do custo das obras de retrofit de empreendimentos antigos. Com um investimento recorde de R$ 200 milhões, o foco do chamamento é ampliar a oferta de […]

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A Prefeitura de São Paulo deu mais um passo para a transformação do Centro da capital e lançou o terceiro chamamento da subvenção econômica, iniciativa que cobre até 25% do custo das obras de retrofit de empreendimentos antigos. Com um investimento recorde de R$ 200 milhões, o foco do chamamento é ampliar a oferta de moradias na região, com prioridade para habitação social com renda mensal de até três salários-mínimos (HIS-1).

“Isso possibilita que prédios ociosos possam receber uma subvenção da Prefeitura de São Paulo, se comprometendo a retrofitar esse prédio e dar uma destinação de, no mínimo, dez anos com esse objetivo. A gente tem esses prédios que não teriam outra alternativa, a não ser continuar se deteriorando e deixando feio o nosso Centro, sem nenhuma atividade, agora pode passar a ter atividade, deixar o Centro mais bonito e permitir que a gente atinja a meta de trazer 200 mil moradores para esta região”, afirmou o prefeito Ricardo Nunes ao anunciar esse novo edital.

Com um investimento total de R$ 1 bilhão, a iniciativa busca impulsionar a recuperação de imóveis no perímetro do Programa Requalifica Centro. Nos editais anteriores, lançados em novembro de 2023 e maio de 2024, cada chamamento contou com um aporte de R$ 100 milhões. Até o momento, 15 projetos de requalificação foram credenciados, sendo três no primeiro chamamento e 12 no segundo. Desses, dois edifícios serão destinados exclusivamente a famílias com renda mensal de até três salários-mínimos (HIS-1). 

A Prefeitura destinará 60% do total desse R$ 1 bilhão para projetos voltados à moradia de famílias com renda de até 3 salários-mínimos (HIS-1) e entre 3 e 6 salários-mínimos (HIS-2). Outros 15% serão alocados para projetos de habitação para famílias com renda de até 10 salários-mínimos (HMP), e 15% para iniciativas voltadas a outras faixas de renda. Os 10% restantes serão destinados a projetos não residenciais. Esses percentuais são fixos e não podem ser transferidos para outras categorias de uso, sendo definidos com base nas pontuações dos projetos apresentados pelas empresas interessadas. 

“É algo super importante, que está dando super certo. Estou muito feliz, tanto é que a gente está lançando o terceiro edital e estamos aqui num prédio que foi beneficiado no segundo edital com essa subvenção do retrofit do Centro de São Paulo”, destacou Nunes, ao falar sobre o Edifício Taquari, antigo prédio comercial na Avenida Ipiranga, no Centro, que foi transformado em habitacional com a subvenção da Prefeitura.

Morar no Edifício Taquari  foi um divisor de águas na vida da arquiteta Ana Cláudia Pereira (foto), de 32 anos. “Foi bom tanto pelo lado pessoal quanto profissional. Desde outubro, quando me mudei para cá, minha vida mudou. Gastava, em média, 6h por dia no transporte público, indo e voltando do trabalho. Agora tenho o privilégio de morar perto do escritório e vou andando para lá. São dez minutos de caminhada, apenas. Estou adorando. O Centro é um lugar cheio de história.”

“Com o Requalifica Centro, com a subvenção, a gente consegue mostrar que a Prefeitura está do nosso lado, está olhando o Centro e sim, tem muita, muita, muita boa-vontade para fazer as coisas aqui acontecerem”, disse Isadora Rebouças, fundadora da Empresa Citas, responsável pelo retrofit do Taquari. “Quero trazer 5.000 unidades, trazer 10.000 pessoas para morar no Centro. Só porque quero trazer 10.000 pessoas para morar no Centro, não posso cobrar R$ 5.000 o pacote”, explicou.

Para o prefeito, esse tipo de ação já mostra o quanto todo o investimento da Prefeitura com foco no Centro está no caminho certo. “São várias ações para recuperar o nosso Centro, avançamos bastante para construir habitação, retrofitar, recuperar os prédios ociosos, policiamento, segurança, Smart Sampa, reurbanização dos espaços, atividades culturais, incentivos fiscais para as empresas virem para cá e que tem dado um resultado bastante positivo.”

Em contrapartida à subvenção, a Prefeitura exige que o empreendedor se comprometa a manter a categoria de uso do imóvel por um período mínimo de dez anos. Além disso, as obras de requalificação deverão cumprir exigências de sustentabilidade, alinhadas às normas aplicáveis a projetos públicos. 

O pagamento da subvenção será realizado em parcelas, de acordo com o progresso do projeto. Vale ressaltar que o acordo com o Município não isenta o interessado da responsabilidade de obter todos os alvarás e autorizações exigidos para a execução do projeto. 

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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Câmara aprova proposta da Prefeitura de reajuste salarial de 5,2% para todos os servidores https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/09/camara-aprova-proposta-da-prefeitura-de-reajuste-salarial-de-52-para-todos-os-servidores/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/09/camara-aprova-proposta-da-prefeitura-de-reajuste-salarial-de-52-para-todos-os-servidores/#respond Fri, 09 May 2025 07:00:06 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31650 A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, na Sessão Plenária, a proposta da Prefeitura reajuste de 5,2% nos salários de todos os servidores municipais — incluindo os que estão na ativa, comissionados, aposentados e pensionistas com paridade. O Projeto de Lei 416/2025, de autoria do Executivo, teve 34 votos favoráveis e 17 contrários, e trata também da […]

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A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, na Sessão Plenária, a proposta da Prefeitura reajuste de 5,2% nos salários de todos os servidores municipais — incluindo os que estão na ativa, comissionados, aposentados e pensionistas com paridade. O Projeto de Lei 416/2025, de autoria do Executivo, teve 34 votos favoráveis e 17 contrários, e trata também da adoção de medidas destinadas à valorização dos servidores públicos municipais. 

O reajuste será aplicado em duas parcelas: a primeira, de 2,60%, a partir de 1º de maio de 2025; e a segunda, de 2,55%, a partir de 1º de maio de 2026. O aumento salarial abrange funcionários ativos, inativos e pensionistas, incluindo servidores das autarquias e fundações municipais, conforme especificado no texto legal. 

Este é o terceiro ano seguido em que todos os funcionários públicos municipais vão receber aumento linear em seus salários, rompendo um ciclo histórico de mais de 20 anos em que a Revisão Geral Anual (RGA) era simbólica, com apenas 0,01% de aumento.

Foi incluída na proposta a emenda que reajusta em 5,2% os valores do auxílio-refeição e do vale-alimentação, de uma vez em 2025.

Além do reajuste salarial, o projeto contempla: 
A valorização do auxílio-refeição e do vale-alimentação; 
A atualização dos valores mensais das funções gratificadas e do salário-família; 
O reajuste dos proventos dos inativos e das pensões disciplinadas por legislações específicas; 
A concessão de abonos complementares e de compatibilização aos profissionais de educação dos Quadros dos Profissionais de Educação (QPE), conforme estabelecido nas tabelas anexas ao projeto. 
O Executivo divulgará, por meio do Portal do Servidor, os novos valores dos padrões e referências de vencimentos, dos subsídios, das gratificações e adicionais decorrentes dos reajustes previstos. 

O projeto, aprovado em primeira votação na semana passada, havia sido discutido em Audiência Pública na manhã desta terça, permitindo a participação da sociedade civil e de representantes das categorias envolvidas. 

Com esta iniciativa, a Prefeitura busca implementar medidas de valorização aos servidores públicos, contribuindo para garantir a excelência do quadro funcional e o comprometimento com o interesse público, bem como o cumprimento do programa de metas e o atendimento às necessidades do cidadão.

Aumento dos professores
Além de receber o aumento geral de 5,21%, concedido linearmente a todos os servidores ativos e inativos com paridade, parte dos servidores da educação também vai se beneficiar de um  aumento de  6,27%, segundo projeto de lei enviado pela Prefeitura à Câmara Municipal. 

Com grande esforço de gestão, a Prefeitura de São Paulo promoveu um aumento de 45% na remuneração inicial dos professores da rede municipal de ensino nos 4 últimos anos. 

Hoje, um professor em início de carreira com jornada de 40 horas recebe  R$ 5.533,09 — valor 13,6% superior ao piso nacional da categoria, definido pelo Governo Federal para 2025. Outro ponto a ser destacado: mais da metade dos 70 mil professores da rede municipal já recebem pelo menos R$ 7.856,00 por mês — valor cinco vezes maior que o salário-mínimo nacional, e 134% acima da renda média dos brasileiros (IBGE). Os professores da rede municipal têm direito a uma série de benefícios financeiros, como:

Auxílio-Refeição, atualmente fixado em R$ 28,04 por dia.
Vale-Alimentação de até R$ 560,88
Gratificação de Difícil Acesso de até R$ 708,03
Gratificação por Local de Trabalho de  até R$ 1.609,00
Prêmio de Desempenho Educacional (PDE).Em 2024, o valor do prêmio foi de até R$ 7.800,00.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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Estuprador é primeiro foragido preso pelo sistema do Smart Sampa de reconhecimento de placas de veículos https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/08/estuprador-e-primeiro-foragido-preso-pelo-sistema-do-smart-sampa-de-reconhecimento-de-placas-de-veiculos/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/08/estuprador-e-primeiro-foragido-preso-pelo-sistema-do-smart-sampa-de-reconhecimento-de-placas-de-veiculos/#respond Thu, 08 May 2025 07:00:37 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31647 A Guarda Civil Metropolitana (GCM) prendeu na manhã do último dia 28 um foragido da Justiça de 68 anos procurado desde julho de 2024 pelo crime de estupro no Paraná. A captura foi possível graças ao sistema de monitoramento inteligente Smart Sampa, que emitiu um alerta ao identificar um veículo registrado em nome do procurado […]

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A Guarda Civil Metropolitana (GCM) prendeu na manhã do último dia 28 um foragido da Justiça de 68 anos procurado desde julho de 2024 pelo crime de estupro no Paraná. A captura foi possível graças ao sistema de monitoramento inteligente Smart Sampa, que emitiu um alerta ao identificar um veículo registrado em nome do procurado circulando pela Rua Raimundo Correia, na Vila Invernada, Zona Leste. Com esse caso, o Smart Sampa já ajudou na prisão 1.065 criminosos que estavam foragidos da Justiça, dos quais 747 somente nos 117 dias deste ano, uma média de 6 prisões por dia.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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Prefeito e Vice-Ministra Parlamentar de Negócios Estrangeiros do Japão estreitam parcerias nos 130 anos de relações diplomáticas https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/07/prefeito-e-vice-ministra-parlamentar-de-negocios-estrangeiros-do-japao-estreitam-parcerias-nos-130-anos-de-relacoes-diplomaticas/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/05/07/prefeito-e-vice-ministra-parlamentar-de-negocios-estrangeiros-do-japao-estreitam-parcerias-nos-130-anos-de-relacoes-diplomaticas/#respond Wed, 07 May 2025 07:00:57 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31644 O prefeito Ricardo Nunes se reuniu no último dia 30 com a Vice-Ministra Parlamentar do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão (MOFA), Eiri Arfia, para discutir temas de interesse mútuo e fortalecer as relações diplomáticas entre a cidade de São Paulo e o Japão. Neste ano, é comemorado o 130º aniversário do estabelecimento das relações […]

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O prefeito Ricardo Nunes se reuniu no último dia 30 com a Vice-Ministra Parlamentar do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão (MOFA), Eiri Arfia, para discutir temas de interesse mútuo e fortalecer as relações diplomáticas entre a cidade de São Paulo e o Japão. Neste ano, é comemorado o 130º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.

“Hoje tivemos uma reunião com a primeira vice-ministra, Eire Arfia, aqui do Japão, com a nossa comitiva. Ela, hoje aqui no Japão e, no mundo, é uma figura proeminente, que tem se destacado bastante. É muito importante esse diálogo de São Paulo com a Vice-Ministra Eire Arfia”, afirmou o prefeito sobre a importância do encontro com Eire Arfia. Nunes está em missão oficial no Japão até esta quinta-feira (1º).

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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Prefeitura entrega título de regularização fundiária a mais de 2 mil famílias no extremo Sul da cidade https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/04/23/prefeitura-entrega-titulo-de-regularizacao-fundiaria-a-mais-de-2-mil-familias-no-extremo-sul-da-cidade/ https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/2025/04/23/prefeitura-entrega-titulo-de-regularizacao-fundiaria-a-mais-de-2-mil-familias-no-extremo-sul-da-cidade/#respond Wed, 23 Apr 2025 10:00:24 +0000 https://dev.pergolapropaganda.com.br/gazetadazonasul/?p=31447 No último dia 9, mais de 2 mil famílias que viviam em condição habitacional precária em 14 núcleos da região de Capela do Socorro, no extremo Sul da cidade, receberam do prefeito Ricardo Nunes seus títulos de regularização fundiária. O documento é uma garantia para que essas pessoas se tornem proprietárias definitivas das suas moradias e marca uma nova fase na região, que […]

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No último dia 9, mais de 2 mil famílias que viviam em condição habitacional precária em 14 núcleos da região de Capela do Socorro, no extremo Sul da cidade, receberam do prefeito Ricardo Nunes seus títulos de regularização fundiária. O documento é uma garantia para que essas pessoas se tornem proprietárias definitivas das suas moradias e marca uma nova fase na região, que está passando por um processo de reurbanização.

“Hoje vocês recebem a escritura de acordo com o Cartório de Registro de Imóveis, com o nome de vocês. Isso significa que aquela casa, que já era de vocês de fato, agora é de direito e para o resto das suas vidas, sem que ninguém tire. Depois poderá passar para os seus filhos, para os seus netos, uma documentação super importante para a segurança jurídica de cada um de vocês”, destacou o prefeito Ricardo Nunes. “É o trabalho de toda uma vida, uma luta de todos, que se consolida hoje com esse documento pelo maior programa de regularização fundiária da história de São Paulo”, finalizou.

As ações realizadas pela Prefeitura incluem a correção de danos urbanísticos e ambientais em áreas de inadequação fundiária. Isso contribui diretamente para a redução da desigualdade social em um processo envolve uma intervenção pública, essencial para legalizar áreas urbanas ainda não regularizadas, melhorando significativamente a qualidade de vida de quem vive nessas localidades.

Reportagem: Da redação. Foto: Divulgação.

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